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Escárnio do STF à Justiça

Condena pela segunda vez em duas instâncias, petista continua solto e faz campanha eleitoral ilegal por obra e desgraça do STF, composto por lacaios dos chefões políticos nas antessalas de palácios e repartições dos poderes

José Nêumanne

27 de novembro de 2019 | 21h06

Mesmo condenado a mais 17 anos de prisão em duas instâncias e respondendo a mais 8 processos, Lula, solto, faz campanha eleitoral antes do tempo em São Bernardo. Foto: Denis Ferreira Neto/Estadão

O TRF 4 manteve a condenação de Lula e aumentou sua pena de 12 anos e 11 meses para 17 anos, 1 mês e 10 dias. Mas ele continua solto, debochando dos juízes de carreira que o apenaram por corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro. O escárnio ocorre porque o STF, que o liberou de começar a cumprir a pena decretada, não é mais composto por juristas de renome, mas, sim, por empregadinhos que abrem portas e carregaram pastas dos chefões das organizações criminosas da política e da gestão pública e agora recompensam seus ex-superiores com a impunidade na prática.

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