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Enterrando a farsa

Ao mandar para impunidade eleitoral ação contra petista Lindbergh Farias, acusado de pegar propina da Odebrecht quando prefeito de Nova Iguaçu, 2.ª Turma do STF escancarou a farsa de quem tentou atenuar decisão

José Nêumanne

20 de março de 2019 | 07h06

Ex-senador petista Lindbergh Farias foi primeiro beneficiário da decisão espúria do STF de mandar corrupção com caixa 2 para impunidade eleitoral. Foto: André Dusek/Estadão

Logo depois de um fatídico julgamento em que, por 6 a 5, o STF causou enormes dificuldades para o combate sério e urgente à corrupção no Brasil, alguns membros da Corte, escondidos no anonimato, tentaram livrar a própria cara plantando na imprensa notícias de que as consequências não seriam tão funestas assim. Era uma evidente farsa. E ela foi desmascarada no julgamento de um processo do ex-senador petista Lindbergh Farias, acusado de ter recebido propina da Odebrecht na época em que era prefeito de Nova Iguaçu. Fiel à decisão do colegiado no plenário, o relator, Edson Fachin, virou a casaca e liderou o envio da ação para a impunidade eleitoral. Este foi meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quarta-feira 20 de março de 2019.

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