Enfim, a verdade sobre o Mais Médicos
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Enfim, a verdade sobre o Mais Médicos

Se já era absurda a contratação de médicos pagando pelo serviço parte do leão à ditadura cubana, tudo ficou ainda mais grotesco com revelação de que programa de Dilma ocultava mentira e mistificação

José Nêumanne

22 Novembro 2018 | 07h17

Retirada apressada dos cubanos do País antes de Bolsonaro assumir em nada ajuda a esclarecer episódio suspeito e indefensável. Foto: Ed Ferreira/Estadão

A invasão do programa de computador do Mais Médicos por hackers, a inscrição de 3 mil médicos brasileiros pelas vagas deixadas pelos cubanos e a denúncia feita pela Folha de S.Paulo segundo a qual os castristas o sugeriram e Dilma só o anunciou um ano depois para fingir atender à demanda das manifestações de rua, deixam uma sombra sobre a iniciativa. O relato da documentação revelada, após quebra de sigilo, na embaixada do Brasil em Havana adiciona a um episódio já marcado pelo pagamento dos profissionais contratados para atuar onde se dizia que os brasileiros não queriam  ir aos grotões do País o tornam um caso grotesco de mentira, manipulação e mau uso do erário. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 22 de novembro de 2018.

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