Eis o homem!

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Aleatória ou combinada, escolha de Fachin para relatoria da Lava Jato no STF foi a melhor

José Nêumanne

03 de fevereiro de 2017 | 09h51

Pilhas de processos aguardam consulta de Fachin no STF Foto: Andressa Anholete/AFP ANHOLETE

Pilhas de processos com Fachin no STF Foto: Andressa Anholete/AFP 

O que  entrou em jogo agora, após Luiz Edson Fachin ter sido escolhido, teoricamente por sorteio eletrônico, o novo relator da Lava Jato no STF depois da morte do anterior, Teori Zavascki, não é sua militância na campanha presidencial do PT em 2010 nem seu currículo de servidor, mas, sim, a atuação dele como ministro, indicado para o lugar de Joaquim Barbosa pela então ainda presidente, Dilma Rousseff, vulgo Janete . De minha parte, ainda antes da tragédia com Zavascki, eu já havia pedido desculpas a Álvaro Dias e a Zé Paulinho Cavalcanti, que sempre defenderam com vigor aquela indicação, por ter criticado demais esse apoio ferrenho que ambos deram ao jurista, que realmente é respeitado entre os seus. E o faço por não ter encontrado deslizes éticos ou ideológicos em sua conduta na Supremo Corte.

(Comentário no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quinta-feira 2 de fevereiro de 2017, às 17h35m)

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