Edilson e relações íntimas de Bolsonaro e milícia

Edilson e relações íntimas de Bolsonaro e milícia

Em Nêumanne Entrevista Edilson Martins, pioneiro do jornalismo ambiental aponta evidências públicas de óbvias intimidade da famiglia Bolsonaro com milícia de Rio das Pedras, de Adriano e Queiroz

José Nêumanne

27 de dezembro de 2020 | 12h48

Edilson Martins lembra que nunca nenhum governante do Rio enfrentou poderio de milícias, que mandam em 57% do território carioca. Foto: Facebook

O presidente da República tem relações íntimas com as milícias, que hoje controlam 57,5% do Rio. Isso é constatado nos mapas eleitorais da capital fluminense, onde o prefeito afastado, Crivella, obteve as maiores votações em territórios controladas pelos grupos, entre os quais se destacam o de Rio das Pedras e seu Escritório do Crime, em que as atuações políticas e administrativas de Bolsonaro, de seu primogênito, Flávio, promovem e prestigiaram o lugar-tenente de ambos, o PM reformado Queiroz, e o ex-capitão PM Adriano. Esta é a convicção do jornalista Edilson Martins, protagonista do Nêumanne Entrevista desta semana. Nela, o ex-repórter do JB e primeiro colunista de meio ambiente na imprensa brasileira, no Pasquim, de saudosa memória, lembra que Paes, que ganhou o pleito, só governará 42,5% da ex-capital federal e, ainda assim, nunca criticou publicamente milicianos. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará. 

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