E se for tudo ficção, hein?
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E se for tudo ficção, hein?

Hipótese de Carvalhosa de que Greenwald não obteve nem hackeou, mas inventou mensagens atribuídas a Moro, Dallagnol e outros agentes do combate à corrupção soma-se à participação do americano na Flipei

José Nêumanne

01 de julho de 2019 | 06h54

Se for verdadeira ideia de Carvalhosa de que Greenwald inventou mensagens atribuídas a Moro e Dallagnol,  o autor deve estar morrendo de rir de todos. Foto: Fábio Motta/Estadão

Do alto de sua sabedoria o professor de Direito da USP Modesto Carvalhosa tem argumentado desde a primeira denúncia do Intercept Brasil sobre mensagens de Telegram entre Moro e Dallagnol mais outros de que esse material não lhe foi entregue nem “hackeado”. Ao somar com texto de Maria Fernanda Rodrigues sobre a participação de Glenn Greenwald no “barco pirata” da Feira Literária de Parati, a Flipei, as trapalhadas divulgadas pelo site neste sábado reforçam a versão de que tudo não passa de ficção e tem toda verossimilhança. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 1 de julho de 2019.

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