E o presidente é nosso mesmo, é?
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

E o presidente é nosso mesmo, é?

Decisão de demitir Bebianno foi exclusiva de Bolsonaro, que ouviu, mas não seguiu, opiniões contrárias de assessores, numa vitória pessoal do interlocutor exclusivo, o filho Carlos, que chama carinhosamente de 02

José Nêumanne

19 de fevereiro de 2019 | 12h56

Demissão de Bebianno foi vitória pessoal de Carlos Bolsonaro, que mantém servidores fiéis no Planalto, como o primo Léo Índio. Foto: Dida Sampaio

Ao anunciar a demissão de Gustavo Bebianno da secretaria-geral da Presidência da República, o porta-voz Rêgo Barros tratou Bolsonaro como “nosso presidente”. Pela Constituição e conforme ele mesmo disse no discurso de posse, é de fato o presidente de todos nós, brasilleiros, tendo votado nele, ou não. Mas há dúvidas públicas. No episódio que se encerrou nesta madrugada com a publicação no Diário Oficial da demissão, ele não consultou ninguém e manteve decisão de forma intransigente, embora tenha ouvido conselhos em contrário de pessoas próximas para encerrar a guerra entre o demitido e o filho Carlos, vulgo 02, que permaneceu a seu lado o tempo inteiro, como é de hábito. E que manteve pessoas íntimas no Planalto, seja com cargo, seja sem, como é o caso do primo mais próximo, Leo Índio. Se gostou deste vídeo, por favor, dê um like, clique no sininho se quiser ser avisado quando publicar os próximos e compartilhe-o em Twitter e Facebook. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ver vídeo no YouTube clique aqui

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: