E haja inquérito!
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E haja inquérito!

Governo finge que novo inquérito contra Temer não passa de perseguição, mas se esquece de que esse alibi já foi abusado pelo adversário Lula

José Nêumanne

05 Março 2018 | 17h48

Depois de ter defendido Cunha com fervor, Marun sente-se à vontade tentando proteger Temer Foto: André Dusek/Estadão

Meu Direto Ao Assunto que abriu o Podcast Comentaristas da segunda-feira 5 de março de 2018 tratou dos seguintes temas: Fachin autorizou investigar Temer, Moreira e Padilha por suspeita de recebimento de 10 milhões de reais em propinas da Odebrecht, segundo delação dos executivos da empreiteira; como sempre, Carlos Marun foi o primeiro a defender o chefe com unhas, dentes e armas na mão; Eduardo Cunha recorreu para tirar o processo da propina da Odebrecht ao PMDB, no qual ele também é réu, da relatoria de Fachin, o implacável; operação em Vila Kennedy, no Rio, deu bem uma ideia de como funcionará este ano a intervenção do Exército na segurança da cidade: tropas entraram e desmancharam as trincheiras armadas pelo tráfico e, aí, saíram e os bandidos voltaram a montá-las; furo sensacional de Roberto Godoy, manchete de domingo do Estadão: ex-militares dão assessoria de combate aos chefões do crime organizado no Rio; Fúlvio Julião Biazzi, ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, acusado pelo Coaf de desvios de 23 milhões de reais; Adolfo Pérez Esquivel propôs Prêmio Nobel da Paz para Lula e O Antagonista sugeriu concessão do Prêmio Nobel da Papuda para o condenado; e reportagem de Renata Cafardo no Estadão dá contou de que apenas 2,1 % das crianças pobres brasileiras têm resiliência no estudo, conforme revela a pesquisa internacional Pisa. Eliane Cantanhêde comentou os seguintes assuntos: ela viu o Oscar até o fim e deu uma geral da cerimônia, mas dos filmes importantes só viu o Dunkerke, o Churchill e o Blade Runner;.a operação da PF no dia, chamada de Trapaça, investiu contra fraudes de laudos de laboratórios; sucessão pegando fogo, valendo mais de uma pergunta: Temer discutiu saídas do PMDB para outubro, com Meirelles pronto para se desincompatibilizar e Rodrigo Maia para se lançar nesta quinta. Alexandre Garcia abordou, depois da JBS, a BRF; o que devemos à agropecuária; e o governo federal inchado, já não cabendo mais nos prédios de Brasília. Em Direto Da Fonte, Sonia Racy falou sobre o incentivo cultural da Caixa.

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