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E embaixada é lanchonete?

Ao defender sua indicação pelo pai presidente para chefiar embaixada em Washington, Eduardo Bolsonaro apresentou como credenciais ter feito intercâmbio e fritado hambúrgueres no Maine - é piada ou achincalhe?

José Nêumanne

12 de julho de 2019 | 21h39

Bolsonaro justificou provável indicação do filho para ser embaixador nos EUA por falar inglês e espanhol e ser amigo da família Trump, mostrando não ter ideia do que é diplomacia. Foto: Facebook/Jair Bolsonaro

A eventual indicação do filho 03, Eduardo Bolsonaro, para a embaixada do Brasil em Washington é nepotismo rasteiro e, para isso, não é preciso consultar as leis, ir ao STF ou recorrer ao Senado. À falta de um dicionário, que, ao que parece, o presidente nunca se deu ao trabalho de consultar, o 02, Carlos, pode lhe prestar uma informação lendo o significado da palavra, que significa “favoritismo de parente principalmente em cargo público”. Como o candidato relacionou em sua experiência ter feito intercâmbio e fritado hambúrgueres no Maine, é o caso de perguntar se é uma piada ou um achincalhe.

Para ver o comentário no Jornal da Gazeta da sexta-feira 12 de julho de 2019, às 19 horas, clique aqui

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