É como no tempo de vovô
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É como no tempo de vovô

Marília está no seu direito de espernear por ter sido rifada pelo padim Lula, mas é assim que as coisas funcionam nos manguezais de vovô Miguel, que mandou em Pernambuco, mas sempre à sombra do PT no País

José Nêumanne

03 de agosto de 2018 | 17h49

Petista é neta, mas herdeiro de Arraes sempre foi primo Eduardo. Foto: Carlos Ezequiel Vannoni/Eleven

A vereadora petista de Recife Marília Arraes está fazendo muito auê por causa do pacto sinistro que o presidiário mais famoso do Brasil, Lula da Silva, mandou seu partido fazer com o PSB para garantir a reeleição de governador de Minas Gerais Fernando Pimentel, do PT, em troca do apoio deste partido ao socialista Paulo Câmara, que também disputará a reeleição. Nada há demais no pacto e nem novidade é. Vovô Miguel Arraes, descendente dos Alencar do Crato, Ceará, nunca gostou muito do plebeu dos Silva da miserável vila de Caetés, mas sempre soube pragmaticamente colocar-se a seus pés para manter o patriarcado esquerdista desmandando nos canaviais e mangues sob seu domínio. Este é um dos meus comentários no Estadão às 5, programa da TV Estadão transmitido do estúdio no jornal, ancorado por Emanuel Bomfim e retransmitido por Youtube, Twitter e Facebook sexta-feira 3 de agosto de 2018, às 17 horas.

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