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E a delação premiada de Cabral, hein?

Já está mais do que na hora de MP e PF negociarem e Justiça homologar delação premiada do ex-governador para apurar se de fato ocorreram as fabulosas histórias que ele contou ao juiz Bretas como réu confesso

José Nêumanne

24 de maio de 2019 | 07h02

No último depoimento Cabral contou a Bretas bastidores da farra dos guardanapos num restaurante caríssimo de Paris Foto: Fábio Motta/Estadão

 

Estão ficando cada vez mais interessantes, ganhando até contornos de roteiro de filme do tipo “O ladrão de casaca”, os depoimentos que o ex-governador do Rio Sérgio Cabral tem dado ao juiz Marcelo Bretas na condição de réu confesso. Ontem, por exemplo, contou que a “farra dos guardanapos” em Paris, celebrizada por postagem de seu ex-aliado e adversário Antony Garotinho, foi a comemoração de uma homenagem que ele recebeu do Senado francês e da gravidez de Jordana Kfury, mulher do empresário Fernando Cavendish que morreria num acidente de helicóptero. Entre os protagonistas da foto estava o empresário George Sadala, que ele também denunciou como seu sócio em empreendimentos imobiliários no valor de R$ 6,5 milhões. O que está faltando para o MP e a PF aceitarem uma delação premiada do falastrão, hein? Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da sexta-feira 24 de maio de 2019.

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