Duas vozes numa garganta só

Canto gutural diatônico mongol encanta e espanta o resto do mundo

José Nêumanne

19 de agosto de 2016 | 12h15

 

O canto diatônico, tradição milenar que ultrapassou os limites dos hinos religiosos com a prática ao longo do tempo na região limítrofe entre a Mongólia e Repúblicas que pertenciam à União Soviética e hoje são independentes (caso de Tuva, pátria do grupo vocal Huun Huur Tu, intérprete do cântico Khoomey), é mais que um fenômeno raro de expertise. É, sim, um verdadeiro milagre operado pelo talento, pelo treino e pela fidelidade cultural. Reservei um canto gutural mongol para abrir e encerrar meu comentário no Direto ao Assunto no Direto da Redação 3 da Rádio Estadão – FM 92,9 – da quinta-feira 18 de agosto de 2016, às 18 horas.

Para ouvir o cântico mongol clique aqui

 

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