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Do palanque ao púlpito

Depois da tempestade do PIB de menos 0,2, muito baixo, veio o tsunami do desemprego de 13,2 milhões e Bolsonaro trocou o palanque pelo púlpito para manifestar seu sonho de ver um evangélico assumindo vaga no STF

José Nêumanne

31 de maio de 2019 | 20h29

Estadão apurou que sete dos onze ministros do Supremo são católicos, dois são judeus e não conseguiu saber que crença professam outros dois, que também não são evangélicos. Foto: Ernesto Rodrigues/Estadão

No dia em que o País ficou sabendo da amarga continuação do martírio de 13 milhões e 200 mil brasileiros desempregados, o presidente Bolsonaro manifestou o sonho de ter um evangélico no STF. De um cristão comprometido com os preceitos paulinos da cristandade, que civilizou o mundo antigo esperava-se que ele tivesse mais amor e misericórdia a oferecer a esses pobres desamparados.

Para ouvir comentário no Jornal da Gazeta da sexta-feira 31 de maio de 2019, às 19 horas, clique aqui

 

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