Do fascismo à roubalheira
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Do fascismo à roubalheira

Inspirado no fascismo de Mussolini e inaugurado pelo avô de Collor, Ministério do Trabalho tem sido saqueado por herdeiros de Getúlio do PDT e subalternos a Jefferson, relator do mensalão, e devia mesmo acabar

José Nêumanne

04 Dezembro 2018 | 20h59

Cúmulo da desmoralização do Ministério do Trabalho foi nomeação por Temer da filha de Roberto Jefferson, Cristiane Brasil, para o cargo, que nunca ocupou. Foto: André Dusek/Estadão Conteúdo

Após um vaivém de fecha ou mantém, Bolsonaro resolveu extinguir Ministério do Trabalho, conforme anunciou o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni. Trata-se de uma medida profilática. Fundada sob inspiração do fascismo de Mussolini por Getúlio em 1930, quando este pôs fim à Velha República, a pasta foi entregue ao revolucionário gaúcho Lindolfo Collor, avô de Fernando, aquele ex-presidente defenestrado por corrupção após ser escolhido na primeira eleição direta presidencial depois do fim do regime militar. Nos governos Lula, Dilma e Temer, ela tem sido saqueada pelo PDT fundado por Brizola, herdeiro de Vargas, e pelo PTB de Roberto Jefferson, delator do mensalão. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas de terça-feira 4 de dezembro de 2018.

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