Detido na fronteira
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Detido na fronteira

Refugiado no Brasil por decisão de Lula, criminoso italiano tentou sair do Brasil pela Bolívia

José Nêumanne

04 de outubro de 2017 | 17h56

Alvo de pedido de extradição da Itália, Battisti foi detido na fronteira Brasil/Bolívia. Foto: Nacho Doce/Reuters

Cesare Battisti é um assassino brutal e ordinário, não um ativista político, como propagam seus devotos prosélitos, e teve direito a ampla defesa na Justiça da Itália, país onde funciona um Estado de Direito. Não há por que, portanto, ele se refugiar no Brasil por conta de um favor pessoal que prstou a Luiz Inácio Lula da Silva ao abrigar a filha dele, Lurian, em seu apartamento em Paris. Detido na fronteira da Bolívia com quantia não declarada (e portanto suspeita), ele deveria agora ter negado o habeas corpus impetrado por seu advogado ao STF, permitindo a Temer autorizar sua deportação, pedida por seu país de origem. Este foi um dos comentários que fiz no Estadão às 5, apresentado por Emanuel Bomfim, da Rádio Eldorado, no estúdio da TV Estadão no meio da redação do jornal e retransmitido ao vivo na quarta-feira 4 de outubro, às 17 horas, por Youtube, Facebook e Twitter, por meio do Periscope do Estadão.

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