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Deselegância de derrotados

Faltando a homenagem do presidente chileno ao brasileiro, chefes do Senado e da Câmara do Chile mostra com descortesia que se pretendem democratas, mas não sabem perder nem respeitam quem elegeu Bolsonaro

José Nêumanne

21 de março de 2019 | 07h05

 

Sebastián Piñeira, presidente do Chile, arcará com o ônus da grosseria de seus adversários da esquerda e da democracia cristã que boicotarão almoço que ele oferecerá a Bolsonaro. Foto: Adriano Machado/Reuters

O presidente do Senado do Chile, Jaime Quintana, do partido de esquerda PPD, seu vice, Alfonso de Urreti, do PSB, e o chefe da Câmara, Ivan Flores, do PDC, anunciaram publicamente que boicotarão o almoço que será oferecido a Jair Bolsonaro no Palácio de la Moneda, sede do governo chileno, pelo presidente Sebastián Piñeira. As alegações para essa grosseria absurda vão das posições do presidente brasileiro em relação a minorias sexuais, mulheres e índios ao risco que ele representaria para a democracia no Brasil e na América do Sul. Como seus irmãos de opa no Brasil, eles exibem a deselegância de falsos democratas que não suportam perder. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 21 de março de 1979.

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