Descobridor que não se lembra

Descobridor que não se lembra

Segundo PF, Cabral usava nome de mulher em telefone para combinar entrega de propina

José Nêumanne

23 de novembro de 2016 | 11h47

Cabral não se lembra de como pagava as contas

Na cela, Cabral nem se lembra mais de como pagava suas contas

Cabral, o descobridor que perdeu a memória, não se lembra mais se pagou joias caríssimas para a mulher, Adriana Ancelmo, por acaso agora também acometida do mesmo mal, em dinheiro ou no cartão de crédito. As investigações seguirão o rastro das cédulas e os computadores certamente registrarão os extratos do casal para facilitá-las. Além de reciclar o banco paralelo usado pelos bicheiros do Estado que governou, Cabral também empregou na prática a máxima do filósofo pré-socrático grego Heráclito de Éfeso, trazendo à tona direto do olvido o nome de um ex-governador mineiro ao adotar como receptor de propinas Fernando Magalhães Pinto Gonçalves, como ele preso.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 23 de novembro de 2016, às 10h10)

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