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Delatada por Palocci, Gleisi levou tranco de Moro

Na CPI do BNDES na Câmara petista acusou presidente do partido de pegar propina da Odebrecht, na CCJ ministro a calou dizendo que não é investigado e na comissão especial da reforma da Previdência privilégios fecham saída da crise

José Nêumanne

03 de julho de 2019 | 16h10

Na Câmara Moro ouviu absurdos como ser chamado de “juiz corrupto” por adoradores do brasileiro mais corrupto de todos os tempos. Foto: Gabriela Biló/Estadão

A superterça 2 de julho teve três fatos muito relevantes na mesma tarde na Câmara dos Deputados. Na CPI do BNDES Palocci desmontou o playmobil da inocência do presidiário Lula em negociatas com Odebrecht e ditador comunista de Angola. Na CCJ suspeitos da Lava Jata tentaram constranger o ministro Moro e não recuperaram com isso um milímetro da própria moral. E a luta pela manutenção de privilégios da máquina pública ou privada para escapar da reforma da Previdência comprometeu essa saída da crise. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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