Deixem o papai trabalhar…

Deixem o papai trabalhar…

Flávio recorreu a Fux do STF para MP não investigar seu ex-assessor Fabrício; Eduardo irá para Davos com o pai, Jair; e Carlos não dá ao presidente um segundo de ausência. Não dá pra deixar o papai trabalhar?

José Nêumanne

18 de janeiro de 2019 | 18h28

O ministro Marco Aurélio sacou a frase perfeita para o caso Bolsonaro/FabrícioAlerj: “A lei é para todos”. E agora, como é que fica? Foto: André Dusek/Estadão

 

Ao apelar para o STF, congregação que desafia todos os preceitos básicos do combate à corrupção, para suspender investigação sobre seu ex-assessor Fabrício Queiroz, aquele da “história plausível”, o senador diplomado Flávio Bolsonaro produziu uma sensação de vergonha alheia. Ao viajar com papai para Davos, o deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro perdeu uma boa chance de liderar um esforço nacional para enfrentar o crime organizado em Fortaleza com uma nova Lei de Segurança Nacional. Ao se encastelar no gabinete do presidente, sem lhe dar um segundo de privacidade com ninguém, o vereador Carlos Bolsonaro deixa de cumprir sua missão de vereador da cidade conflagrada do Rio de Janeiro para ocupar um cargo inexistente na República de ombudsman do chefe do governo. Será que eles não podem deixar o papai trabalhar? Se gostou deste vídeo, dê um like, compartilhe-o em Facebook e Twitter e inscreva-se no meu canal, clicando no sininho para ser avisado quando publicar os próximos. Direto ao assunto. Inté. E Deus é mais!

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