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Decisão covarde e burra do PDT

Decisões como a de Ciro, fracassado em disputas eleitorais, e Lupi de suspender por 60 dias 8 deputados da bancada federal que apoiaram reforma da Previdência tornam partido fundado por Brizola eterno vassalo do PT

José Nêumanne

18 de julho de 2019 | 07h28

Ao votar contra orientação do partido e a favor da reforma da previdência, Tabata demonstrou correção, coerência e coragem, virtudes que Lupi e Ciro nunca tiveram. Foto: Dida Sampaio/Estadão

Decisão do PDT de suspender por 60 dias oito deputados da bancada federal que votaram a favor da reforma da Previdência é estúpida, covarde e burra. Sob a inspiração de Ciro Gomes, um fracassado em disputas eleitorais presidenciais, inclusive na última, na qual não conseguiu afastar o poste de Lula, Fernando Haddad, do segundo turno, ela foi tomada por Carlos Lupi. Este chegou a ser demitido do Ministério do Trabalho por Dilma Rousseff acusado de corrupção. E o partido nunca passou de vassalo sem importância do PT. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da quinta-feira 18 de julho de 2019.

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