Da propina à prisão

Da propina à prisão

De sócios no propinoduto Petrobrás-Odebrecht, Palocci e Odebrecht viram parceiros de prisão

José Nêumanne

04 de novembro de 2016 | 18h44

 

O jui

Odebrecht, de novo réu na Lava Jato

Odebrecht, de novo réu na Lava Jato

z Sergio Moro concordou com a força-tarefa da Lava Jato e tornou Antônio Palocci Filho e mais 14 réus por corrupção e lavagem de dinheiro. A investigação do propinoduto Odebrecht-Petrobrás avança mais celeremente, porque os procuradores suíços foram a Curitiba trocar figurinhas com os agentes da lei brasileiros que investigam o petrolão, enquanto em seu país os bancos cooperam cada vez mais com a devassa. Marcelo Odebrecht também é réu no mesmo processo contra Palocci, enquanto a colaboração com a Justiça dos 80 executivos de sua empreiteira se encorpa com a condição de que ele cumpra pena em prisão fechada por 2 anos e meio e semi-aberta em mais 5 anos.

(Comentário no Estadão no Ar da Rádio Estadão – FM 92,9 – na sexta-feira 4 de novembro de 2016, às 7h16m)

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