De Toffoli a Sílvio na delação de Palocci
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De Toffoli a Sílvio na delação de Palocci

Presidente do STF, jurista Pertence, dono do SBT, banqueiros André Esteves e Pedro Moreira Salles e outros personagens da República e do jet set são citados na delação do ex-petista

José Nêumanne

07 de outubro de 2019 | 23h07

Palocci contou que Sílvio Santos deu R$ 19 milhões ao PT em troca da compra pela CEF de seu banco Panamericano, falido. Foto: Ricardo Stuckert

A delação de Palocci à Polícia Federal, reproduzida na íntegra no Blog do Fausto no Portal do Estadão, impressiona pelo fato de ter atingido praticamente todos os cofres públicos da União à época dos governos petistas de Lula e Dilma. Esclarece pontos obscuros de investigações passadas, casos da Operação Castelo de Areia e do mensalão. E passeia por vários setores da economia, mostrando como o banqueiro André Esteves quase dobrou o tamanho da sua corretora Bintang, a afiliada da Globo no Sul, RBS, teve dívida perdoada e o dono do SBT foi beneficiado na compra de 35% de seu banco Panamericano, falido, em troca de R$ 19 milhões para o PT. Tudo isso, segundo o ex-figurão petista, foi recompensado à base de propinas para os partidos e seus chefões, como Lula e Dilma.

Assuntos para o comentário da segunda-feira 7 de outubro de 2019

1 – Haisem – O que há de tão espetacular na publicação da íntegra no Blog do Fausto no Portal do Estadão da delação premiada à Polícia Federal do petista do mais alto escalão Antônio Palocci

2 – Carolina – O que trazem de novo as revelações feitas aos policiais federais sobre a corrupção nos governos petistas de Lula e Dilma pelo ex-ministro da Fazenda do primeiro e ex-chefe da Casa Civil da outra

3 – Haisem – Por que, a seu ver, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, atacou de forma tão virulenta o chamado pacote anticrime do ministro da Justiça e da Segurança Pública, Sergio Moro, em entrevista à Folha de S. Paulo

4 – Carolina – Qual é sua opinião sobre declarações do presidente Jair Bolsonaro como “quase estou me casando com Rodrigo Maia” e “Fabrício de Queiros está com sua mãe”

ENTRA: SONORA 12 MAIA ALCOLUMBRE

5 – Haisem – Que relevância tem, na sua opinião, o levantamento feito e publicado no fim de semana pelo jornal O Globo dos acordos de leniência firmados pelas autoridades federais com as empresas que protagonizaram escândalos de corrupção nos governos petistas

6 – Carolina – No alto da primeira página do Estadão de hoje há uma chamada com o título Câmara pode tornar Lei da Improbidade mais flexível. O que você tem a dizer sobre isso

7 – Haisem – O que você achou do fato de o BNDES, enfim, reconhecer, em nota oficial, que a recuperação judicial conseguida pela Odebrecht com o juiz João Rodrigues de Oliveira Filho, da 1.ª Vara de Falências de São Paulo, “não demonstra capacidade de recuperação da empresa”

8 – Carolina – O que você acha que levou o empreiteiro Marcelo Odebrecht a só ter encontrado na memória do computador em sua casa detalhes importantes sobre a ação de sua corrupteira de que  tinha se esquecido quando estava preso em correspondência por e-mails

 

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