De olho na grana
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A cobrança de bagagem em aviões autorizada pela Anac repete Anatel: protege a empresa, e não o cliente

José Nêumanne

01 Março 2017 | 11h41

Na cobrança de bagagem por companhias aérea agência defende a empresa, nunca o cliente

Na cobrança de bagagem por companhias aérea agência defende a empresa, nunca o cliente

O início da cobrança de bagagem pelas companhias aéreas, que deverá ocorrer a partir de 14 de março, quando entrar em vigor a nova norma da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), não garantirá bilhetes de voo mais baratos, na comparação com os patamares atuais. Segundo o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, a tarifa de quem viaja sem mala será menor do que o preço pago por quem despachar bagagem. O caso é similar ao da mudança da Lei Geral das Telecomunicações, em que o ministro Kassab usa a Anatel, como a Anac criada para proteger o cidadão do Estado e das concessionárias, para privilegiar as teles e, com isso, atender a interesses dos políticos no governo e no Congresso.

(Comentário no Estadão no Ar 2 da Rádio Estadão – FM 92,9 – na quarta-feira 1.º de março de 2017, às 7h46m)

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