Cunha, uma tragédia bufa
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Cunha, uma tragédia bufa

Deputada escondida para não ter que votar protagoniza adiamento da sessão decisiva do Conselho de Ética para punir Cunha

José Nêumanne

08 de junho de 2016 | 09h30

Tia Eron e o relator do processo contra Cunha

Tia Eron e o relator do processo contra Cunha

O fundo do poço moral da crise política e econômica atual poderia ter sido alcançado pelas queixas de Cerveró de ter sido “sacaneado” por Dilma, por ele delatada, ou pela acusação a Dilma por ter posto Lula, “que não merecia isso”, em risco, feita por Delcídio do Amaral. Mas a moral da politica nacional afundou ainda mais na sessão em que o Conselho de Ética não votou o relatório de Marcos Rogério pedindo a cassação do presidente da Câmara afastado, Eduardo Cunha, tendo como protagonista a obscura deputada baiana Tia Eron, escondida na Casa para não ter que votar.

(Comentário no Jornal da Gazeta 2 da terça-feira 7 de junho de 2016, às 22 horas)

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