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Crise decorreu de corrupção

Leis penais brasileiras não prevêem punição de pessoas jurídicas envolvidas em corrupção e Moro sugere inclusão nelas de transferência de controle acionário de grandes empresas envolvidas em casos de furto

José Nêumanne

08 de julho de 2019 | 07h05

Moro acompanhou Bolsonaro no Maracanã durante a partida final da Copa América em que seleção brasileira venceu peruana por 3 a 1. Foto: Pedro Ugarte/AFP

Tenho criticado com veemência nos últimos dias a recuperação judicial da Odebrecht no prazo recorde de um dia pelo juiz João de Oliveira Filho. A respeito dessa discussão sobre o que gerou a crise, a corrupção ou seu combate, trago aqui proposta importante do ministro da Justiça, Sergio Moro, em entrevista ao Correio Braziliense no fim de semana: “alguma fórmula de colocarmos em nossa legislação a possibilidade de uma transferência do controle acionário de empresas grandes que se envolvam em corrupção”. Este é o assunto de meu comentário no Estadão Notícias, no Portal do Estadão desde 6 horas da segunda-feira 8 de julho de 2019.

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