Crime político contra Bolsonaro
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Crime político contra Bolsonaro

Aras, procurador-geral da República, faz a coisa certa ao tentar reabrir, com ajuda do advogado da vítima, inquérito da facada no presidente, encerrado às pressas e de forma suspeita, por juiz, MP e PF

José Nêumanne

02 de outubro de 2019 | 12h12

Ex-militante do PSOL Adélio, de camisa escura, aproxima-se de Bolsonaro no meio do povo no Parque Halfeld, para tentar matá-lo com uma faca. Foto: Fábio Motta/Estadão

Aras vai tentar reabrir o inquérito sobre a facada sofrida por Jair Bolsonaro em 6 de setembro de 2018 em Juiz de Fora (MG), questionando conclusões da Polícia Federal a respeito do atentado, pressa de Dodge e do juiz da comarca em se livrarem do abacaxi e inércia da defesa do presidente, que perdeu prazo de recorrer. Faz muito bem, pois se trata de um atentado à democracia que, além de quase matar o então candidato favorito, tentou impedir 57 milhões 700 mil brasileiros de votarem nele no segundo turno. Para acompanhar o caso a vítima contratou o advogado Frederiick Wassef, que concorda com o procurador=geral da República.

 

Assuntos para o comentário da quarta-feira 2 de outubro de 2019

1 – Haisem – Aras quer “busca da verdade” sobre atentado a Bolsonaro, diz a manchete do Estadão de hoje. O que você acha dessa afirmação

2 – Carolina – Num título também no alto da página nosso jornal registra outra notícia importante: Senado aprovou texto-base da Previdência e reduz economia. Qual sua opinião a respeito disso?

3 – Haisem – Logo abaixo vem uma notícia surpreendente: Para Gilmar, STF limitará decisão sobre Lava Jato. O que terá havido para logo o ministro Gilmar Mendes anunciar esse recuo inesperado depois de uma vitória tão larga do grupo que você chama de “garantistas da impunidade”

4 – Carolina – O que você está abordando sobre o Supremo Tribunal Federal em seu artigo quinzenal publicado hoje na página 2, de Opinião, do Estado de S. Paulo Ao legislar, o STF despreza as vítimas

5 – Haisem – O que levou, a seu ver, o relator da Operação Lava Jato, Edson Fachin, a processar os ex-deputados federais do MDB baiano Geddel e Lúcio Vieira Lima por oito crimes de lavagem de dinheiro em processo relativo à descoberta pela Polícia Federal de 51 milhões de reais em espécie num apartamento usado pela família

6 – Carolina – Que motivos você acha que o presidente do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região, de Porto Alegre, Victor Laus, teve para esclarecer que o preso mais famoso do Brasil, Lula, não administra o sistema penitenciário nacional

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7 – Haisem – Para que serve o atestado de boa conduta do preso Lula que a Polícia Federal encaminhou para a juíza da Vara de Execuções Penais de Curitiba, Carolina Lebbos, antes de ela tomar a decisão de autorizar a progressão do regime fechado da pena dele para semiaberto

8 – Carolina –  O que você tem a dizer sobre a frase do presidente Jair Bolsonaro para garimpeiros no Palácio do Planalto “”O interesse na Amazônia não é no índio e nem na porra da árvore, é no minério”

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