Contra todo privilégio!
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Contra todo privilégio!

Quebrar sigilo de Justiça configura crime, mas mantê-lo para mandatários da República um erro ainda maior

José Nêumanne

08 de junho de 2016 | 09h06

Para Gilmar, foi tudo uma

Para Gilmar, foi tudo uma “brincadeira”

Para o ministro do STF Gilmar Mendes, o vazamento do sigilo do pedido de prisão, feito há duas semanas, dos quatro oligarcas da cúpula do PMDB pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, foi criminoso e uma “brincadeira” contra o Judiciário. De fato, quebra de sigilo de Justiça é crime, mas erro maior é haver sigilo e foro privilegiado para mandatários, que deveriam ser mais responsabilizados pelos próprios delitos e mais transparentes em suas ações, principalmente quando elas são ilícitas. Erros estruturais é que justificam absurdos como Renan Calheiros ter sido denunciado pelo PGR Roberto Gurgel em 2013 e a mais alta instância ainda não se ter pronunciado sobre isso.

(Comentário no Jornal da Gazeta de terça-feira 7 de junho de 2016, às 19h20h)

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