Computador da Oi entregou Lulinha
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Computador da Oi entregou Lulinha

Agentes da Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, encontraram na sede da telefônica no Rio HD com mil gigabytes contendo e-mails que comprovam pagamentos de propina recebida pelo filho de Lula

José Nêumanne

05 de fevereiro de 2020 | 14h19

De nada adianta Lula tentar negar propinas da Oi para seu filho Lulinha, pois memória de computador da telefônica guardou tudo. Foto: Paulo Giandalia / AE

A sede da Telemar/Oi, no Rio de Janeiro, foi vasculhada pela Operação Mapa da Mina, 69.ª fase da Lava Jato, e lá foi apreendido um HD com 1000 gigabytes.No computador os agentes da PF encontraram registros de e-mails entre funcionários da telefônica e da Gol Mobile, do grupo de Lulinha, Jonas Suassuna, Fernando e Kalil Bittar. Na caixa de entrada do CEO da Oi, Eurico de Jesus Teles Neto, a PF afirma que ‘foi identificada uma sequência de e-mails, ocorrida entre o final do ano de 2011 e início de 2012, que visava regularizar a situação dessa Gol Mobile, uma vez que este fornecedor não executava uma “prestação de serviço tradicional”’.

Assuntos para comentário da quarta-feira 5 de fevereiro de 2020

1 – Haisem – Que novidades relevantes a Policia Federal descobriu sobre a relação entre o filho de Lula Fábio Luiz, o Lulinha, e a empresa telefônica Oi em e-mails obtidos por mandatos de busca e apreensão

2 – Carolina – Lula quer adiar interrogatório para ver papa – registra notícia publicada na página A 8 do Estadão de hoje. Em sua opinião, um bate-volta ao Vaticano seria causa justa para adiar um depoimento à Justiça numa ação penal

3 – Haisem – Que resultados maléficos poderão trazer para o governo de Jair Bolsonaro o inquérito penal aberto pela Polícia Federal a partir da denúncia da Folha de S. Paulo sobre atitudes tidas como pouco republicanas de seu secretário de Comunicação, Fábio Wajngarten

4 – Carolina – União paga pensão a 52 mil filhas solteiras – diz título de chamada de primeira página do Estadão hoje. O que justifica esse tipo de postura pública ainda resistir ao tempo numa época de crise como a atual

5 – Haisem – TJ-RJ mantém quebra de sigilo de Flávio – Até quando vai rolar esse vaivém jurídico em torno da investigação do Ministério Público do Rio de Janeiro sobre eventual rachadinha no gabinete do primogênito do presidente Bolsonaro à época em que ele era deputado estadual no Rio

6 – Carolina – Por que persiste, a seu ver, a controvérsia sobre o resgate de brasileiros que vivem na província de Uhan na China, assolada pelo novo coronavírus, para uma quarentena em Anápolis, no interior de Goiás

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7 – Haisem – O que motivou seu artigo publicado na página 2, de Opinião, do Estadão de hoje, sob o título Supremo reduzido a moeda de troca na briga eleitoral

8 – Carolina – O que justifica, em sua opinião, o silêncio das feministas de esquerda sobre as ofensas brutais proferidas pelo ator de novelas da Globo Zé de Abreu contra sua colega Regina Duarte e a reação da ex-presidente Dilma Rousseff à crítica de Pedro Bial ao documentário de Petra Costa que concorre ao Oscar

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