Colisão de trens não foi fatalidade

Colisão de trens não foi fatalidade

Rodrigo Assunção, maquinista da SuperVia, não foi vítima do acaso nem do destino, mas do conjunto de vícios e defeitos da Sucata Brasil, mesma origem das tragédias no museu, no Flamengo e nas represas de Minas

José Nêumanne

28 de fevereiro de 2019 | 19h45

O choque dos trens da Super/via na estação não foi obra do destino, mas produto de falha, que pode ser investigada. Foto: Ffábio Motta/Estadão

A colisão de trens da SuperVia no Rio foi um crime, do qual foi vítima o maquinista Rodrigo Assunção, esmagado na sucata Brasil. Como os incêndios do Museu Nacional e do CT do Flamengo, também no Rio, a queda do helicóptero no qual Ricardo Boechat morreu e o assassinato dos rios Doce pela Samarco e Paraopeba pela Vale não foram acidentes naturais, o choque dos comboios suburbanos na Estação de São Cristóvão,  perto da Quinta da Boa Vista, tem irresponsáveis culpados, que nos enchem a todos de vergonha e de medo, como disse o poeta baiano Fernando Coelho em entrevista no meu blog. Se gostou deste vídeo, por favor, dê um like, inscreva-se no meu canal, clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos e compartilhe-o no Twitter e no Facebook.  Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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