Coldre vazio na CCJ
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Coldre vazio na CCJ

Sem funk da semana passada, atração da reunião da CCJ em que relator, Delegado Marcelo Freitas, conseguiu ler seu texto aprovando reforma da Previdência do governo foi porte de coldre do líder do PSL

José Nêumanne

10 de abril de 2019 | 12h31

Líder do PSL e membro da numerosa bancada dos delegados, Waldir não explicou por que diabos portava coldre sem arma. Foto: Dida Sampaio/Estadão

A sessão da CCJ da Câmara foi tumultuada como a da semana passada – só que desta vez sem a exibição da incultura musical do inepto deputado Zeca Dirceu (PT-PR). O presidente Felipe Francischini é um boboca e não consegue conter ânimos exaltados dos deputados que querem apenas obstruir. O relator, deputado Delegado Marcelo Freitas, tem sérias dificuldades de leitura. E o líder do PSL, Delegado Waldir, foi à reunião armado (aparentemente de um coldre sem arma, o que torna tudo mais surrealista). Felizmente o relator conseguiu ler o relatório, que aprova integralmente o texto da PEC da reforma previdenciária do governo Bolsonaro. Ufa. Agora será a batalha da Comissão Especial. Arre.

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Assuntos para comentário da quarta-feira 10 de abril de 2019

1 – Haisem – Quais as mais notáveis diferenças que você percebeu na reunião da CCJ ontem em que o relator da reforma da Previdência, o deputado Marcelo Freitas, leu seu relatório atestando a constitucionalidade dela e aquela em que Paulo Guedes foi afrontado pela esquerda, em especial Zeca Dirceu

2- Carolina – O que você tem a dizer sobre a definição de “lamentável” dada pelo ministro da Justiça a respeito da tragédia de Guadalupe em que 12 militares mataram o músico Evaldo Rosa dos Santos, chamada por Bolsonaro de “incidente”

3 – Haisem – Após balanço de 10 mortos até agora e a comprovação amadorismo da Prefeitura do Rio para deter o caos na antiga capital federal após as trombas d’água de abril, o que você diz das críticas feitas pelo governador do Estado Wilson Witzel ao prefeito Marcelo Crivella

SONORA_CRIVELLA 1004 B

4 – Carolina – Por que será que mesmo sem Dias Toffoli a Segunda Turma do Supremo continua soltando por 3 a 2, como aconteceu agora no caso do ex-presidente do Banco do Brasil e da Petrobrás Ademir Bendine

5 – Haisem – Por que estão dizendo por aí que há uma possibilidade de só autorizar a prisão após a terceira instância já que Lula está para ser julgado no Superior Tribunal de Justiça

6 – Carolina – O que o entusiasmou tanto na leitura do artigo Em defesa do Supremo, publicado ontem pela Folha de S. Paulo pelo acadêmico Joaquim Falcão, professor da Fundação Getúlio Vargas e especialista em STF

7 – Haisem – Você achou adequado o recado que o novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, mandou para os funcionários que lhe serão subordinados, à base do tradicional os incomodados que se mudem

 

SONORA_WEINTRAUB 1004 B

8 – Carolina – O que você acha que pode ter emocionado tanto Lula na tentativa de desmoralizar Paulo Guedes pelo deputado Zeca Dirceu, a ponto de ser elogiado num bilhete curto, que o ex fez circular em seu perfil em rede social

 

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