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Cocaína e corrupção, segundo Falcão

Professor de Direito Constitucional da FGV atribui o reboliço feito pelas supostas mensagens entre Moro e Dallagnol divulgadas por Intercept como sintoma de uma doença, o processualismo, um inchaço que prejudica a democracia

José Nêumanne

09 de julho de 2019 | 18h26

 

Joaquim Falcão encerra seu artigo no Globo sobre caso Intercept X Moro com um tirambaço retórico: “Probabilisticamente, a irresponsabilização da corrupção é tiro certo.” Foto: Marcos de Paula/Agência Estado

Neste vídeo leio a íntegra de um texto antológico e definitivo do professor de Direito Constitucional Joaquim Falcão, da Fundação Getúlio Vargas, para esclarecer esse combate do Intercept Brasil, do militante esquerdista americano Glenn Greenward, contra a Lava Jato e outras operações de combate à corrupção no Brasil. Publicado no Globo, o texto de Falcão, que também é da Academia Brasileira de Letras, define o “excesso do devido processo legal” como “uma doença. Inchaço. Patologia. É o processualismo”. O jurista aceita o primado do processo legal e do pleno direito de defesa. “Mas seu inchaço não nos leva à saúde da democracia”. E temos dito. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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