Ciro sempre foi capanga

Ex-governador do Ceará acusa Moro de ser "capanga", mas é que sempre o foi, servindo à ditadura militar, ao tucano Tasso e aos petistas Lula e Dilma e acha que pode derrotar Bolsonaro com votos do Ceará.

José Nêumanne

02 de março de 2020 | 20h18

Ciro faltou às aulas de aritmética no curso primário em Sobral, pois não sabe que eleitorado do Ceará não é suficiente para eleger presidente. Gabriela Biló e Alex Silva/Estadão e Cleia Vilana/Câmara

Querendo tirar uma lasquinha do fim do motim dos PMs do Estado do Ceará, governado por seus cupinchas do PT, Ciro Gomes chamou Moro de “capanga”. Ele é que sempre foi capanga, primeiro da ditadura militar, depois do tucano Tasso Jereissati e mais recentemente de Lula e Dilma. Aliás, ele e o irmão Cid da Escavadeira são até hoje serviçais do PT de Santana. Disse ainda que os Gomes serão pesadelo de Bolsonaro no Ceará. O Sardinha do propinoduto da Odebrecht, segundo a Lava Jato, deve ter faltado a aulas de aritmética no primário. Se os cearenses tivessem votos bastantes para sozinhos elegerem o presidente da República, ele não teria passado pelo vexame de nunca chegar ao segundo turno nas disputas pela Presidência da República. Nem São Paulo, Estado mais populoso do Brasil, pode dar-se ao luxo de eleger sozinho um presidente. Imagina o Ceará de petistas e Gomes. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

Para ver vídeo no YouTube clique aqui

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.