Ciro sempre foi capanga

Candidato do PDT à Presidência que não passou para segundo turno em 2018 promete formar com irmão Cid da Escavadeira dupla mortal para pretensões eleitorais de Bolsonaro no Ceará, em que ambos servem ao PT de Camilo Santana

José Nêumanne

03 de março de 2020 | 18h51

Pedetista derrotado sem ir ao segundo turno na última eleição presidencial promete dar dor de cabeça em Moro e Bolsonaro no Ceará, que não governa. Foto: Alex Silva/Estadão

Querendo tirar uma lasquinha do fim do motim dos PMs do Estado do Ceará, governado por seus cupinchas do PT, Ciro Gomes chamou Moro de “capanga”. Ele é que sempre foi capanga, primeiro da ditadura militar, depois do tucano Tasso Jereissati e mais recentemente de Lula e Dilma. Aliás, ele e o irmão Cid da Escavadeira são até hoje serviçais do PT de Santana. Disse ainda que os Gomes serão pesadelo de Bolsonaro no Ceará. O Sardinha do propinoduto da Odebrecht, segundo a Lava Jato, deve ter faltado a aulas de aritmética no primário. Se os cearenses tivessem votos bastantes para sozinhos elegerem o presidente da República, ele não teria passado pelo vexame de nunca chegar ao segundo turno nas disputas pela Presidência da República. Nem São Paulo, Estado mais populoso do Brasil, pode dar-se ao luxo de eleger sozinho um presidente. Imagina o Ceará de petistas e Gomes. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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