Cinismo sem limites

Cinismo sem limites

José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobrás à época da roubalheira denunciada pela Operação Lava Jato, lançou desde já Fernando Haddad, codinome de Lula na campanha do PT, para liderar oposição. Pode?

José Nêumanne

30 de outubro de 2018 | 22h05

Gabrielli, coordenador da campanha presidencial do PT, lança Haddad para líder da oposição ao governo Bolsonaro. Foto: Ueslei Marcelino/Reuters

A ideia de lançar desde já Fernando Haddad, candidato oficial do PT derrotado fragorosamente nas urnas em 7 e 28 de outubro, como líder da oposição ao futuro governo de Jair Bolsonaro (PST), da lavra do ex-presidente da Petrobrás José Sérgio Gabrielli, é de um cinismo atroz e de um ridículo absurdo. Na tentativa de ludibriar o eleitorado não devoto para virar a eleição presidencial no segundo turno, o ex-prefeito de São Paulo chegou a ensaiar um mea culpa admitindo que o partido cometera equívocos e Gabrielli foi o principal executivo da petroleira estatal ,quebrada pela completa rapina dos cofres públicos nos desgovernos petistas não leva em conta as mínimas sensatez e lucidez. Este é um dos comentários feitos por mim no Estadão às 5, programa da TV Estadão, ancorado por Adriana Ferraz e retransmitido do estúdio na redação do jornal por Youtube, Twitter e Facebook na terça-feira 30 de outubro de 2018, às 17 horas.

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