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Cidadão sem representação

Elogios de colegas e jornalistas políticos de Brasília a sua atuação na aprovação da reforma da Previdência não fazem de Maia competidor com chance na sucessão presidencial de 2022, porque povo não confia nele

José Nêumanne

15 de julho de 2019 | 22h16

Após ter sido tratado como ai-jesus da vitória da reforma da Previdência no plenário, Maia permitiu adiamento do segundo turno para antecipar recesso branco dos colegas. Foto: Gabriela Biló/Estadão

A interpretação de que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, foi o grande responsável pela aprovação da reforma da Previdência, numa tentativa de descaracterizar a vitória do projeto de Paulo Guedes, ministro da Economia de Bolsonaro, bastou para que ele passasse a ser endeusado por colegas e comentaristas de política dos meios de comunicação em Brasília. Mas sua adesão ao aumento bilionário do Fundo Partidário e o fato de ter aceitado deixar para votar o segundo turno da reforma em agosto, quando tudo poia ser resolvido ainda nesta semana, deixaram claro que ele não tem o mesmo prestígio com a maioria dos cidadãos, que não aceita essas posições corporativistas e que traem a vontade popular. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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