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Centrão quer Moro fora de 2022

Com ajuda de DEM de Batoré, Botafogo e Onyx e MDB do líder do governo Bolsonaro, Centrão de Paulinho da Força quer aumentar quarentena para impedir candidaturas de Deltan e Moro

José Nêumanne

21 de setembro de 2019 | 16h53

Paulinho da Força só pensa em 22: pregou desidratação da reforma da Previdência para evitar reeleição de Bolsonaro e agora quer aumento de quarentena para tirar Moro da frente. Foto: Nilton Fukuda/Estadão

Há uma articulação entre DEM, MDB e Solidariedade para impedir com uma nova lei negociada pelo Centrão com seus líderes Rodrigo Maia, o Botafogo, e Davi Alcolumbre, o Batoré, para aumentar dos seis meses de quarentena previstos hoje na lei eleitoral para dois anos no caso de procuradores como Deltan Dallagnol e cinco anos para juízes, caso de Sérgio Moro, para cassar previamente eventuais candidaturas deles a quaisquer cargos eletivos. O prazo de cinco anos visa especificamente à eleição presidencial de 2022. O porta-voz do grupo tem sido Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força, que conta com a ajuda secreta de Onyx Lorenzoni, chefe da Casa Civil, do DEM, e Fernando Bezerra Coelho, líder do Senado no governo de Jair Bolsonaro. Ou seja, como diriam os mais antigos pelo avesso, “o buraco é mais acima”. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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