Cem dias entre fé e frustração
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Cem dias entre fé e frustração

Bolsonaro chegou ao centésimo dia de governo como alvo da fé de quem aposta em fé na reforma da Previdência, combate ao crime e privatizações e a frustração por fiascos como no Ministério da Educação

José Nêumanne

10 de abril de 2019 | 18h13

No centésimo dia de governo, Bolsonaro bateu bola com o presidente da Fifa, Infantino, que o visitava. Foto: Marcos Corrêa/EFE

Um dia antes de completar cem dias de governo, Jair Bolsonaro se credenciou para obter do Congresso aval para sua reforma da Previdência com a aprovação da PEC de sua equipe pelo relator na CCJ e partirá para a Comissão Especial com esse trunfo. Maior expectativa popular ainda é pela prioridade que deve ser zero de sua gestão, o pacote anticrime de Moro. Já pode comemorar os bons resultados dos leilões de privatizações comandados por Salim Mattar e pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. Enquanto isso, o ministro da Educação, Abraham Weinstraub, parece disposto a repetir a malograda luta contra moinhos de vento do comunismo travada pelo antecessor, Vélez Rodríguez. Este é um dos meus comentários no Estadão às 5, ancorado por Pedro Venceslau e transmitido por YouTube, Twitter e Facebook do estúdio da TV Estadão na redação do jornal na quarta-feira 10 de abril de 2019, às 17 horas.

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