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Cai máscara de ex-advogado de Lula

Palocci contou em sua delação premiada como Márcio Thomaz Bastos prometeu vaga no STF a presidente do STF, Asfor, e como não deu certo pagou-lhe R$ 4 milhões para enterrar Castelo de Areia e salvar Camargo Corrêa

José Nêumanne

17 de dezembro de 2019 | 19h42

Nos plenários do STF e do STJ, Márcio Thomaz Bastos, que foi ministro da Justiça de Lula, pintou, bordou e chuleou, enterrando Castelo de Areia. Foto: Dida Sampaio (14/11/2013

Duas operações atuais da Polícia Federal destroem reputação do advogado e ministro da Justiça de Lula, que blindou o chefe e os petistas em geral em dois episódios grotescos dos desgovernos dele: a Operação Castelo de Areia e a criminosa fusão fora da lei de Telecom e Telemar gerando o mostrengo Oi. A Operação Appius desvenda voto, sobre o qual há grave suspeita de compra, do então presidente do STJ, Asfor Rocha, narrada na delação premiada de Palocci. A Mapa da Mina revela a escabrosa atuação do primogênito do ex-presidente, Fábio Luís, vulgo Lulinha, na tramoia para a criação da Supertele Verde-Amarela para beneficiar dois amigos do padim: Carlos Jereissati, da La Fonte, e Sérgio Andrade, da Andrade Gutierrez. É muito bom que tudo esteja sendo passado a limpo e emerge à superfície agora. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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