Cadeia é cadeia
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Cadeia é cadeia

Fotógrafo de Lula, Ricardo Stuckert, pede à juíza de Execuções Penais de Curitiba, Carolina Lebbos, para produzir fotos, vídeos e áudios do ex para distribuí-los à militância, mas juíza não atende a essa insistência

José Nêumanne

19 de julho de 2018 | 07h02

Lula insiste em obter autorização para manter contatos externos à prisão, mas novamente não convence juíza. Foto: Leonardo Benassatto/Reuters

A defesa de Lula não desiste fácil: desta vez, o advogado Casagrande Pereira encaminhou à juíza de execuções penais de Curitiba, Carolina Lebbos, pedido do fotógrafo pessoal do petista, Ricardo Stuckert, para fotografar e gravar vídeos e áudios dele para distribuir suas mensagens à militância devota em televisão e redes sociais, mas ela mais uma vez negou esse tipo de contato social do presidiário comum mais famoso do Brasil. Certo é que o ex-presidente está cumprindo pena à qual foi condenado numa cela que o juiz que o condenou, Sérgio Moro, chama de sala de estado maior e faz parte da pena a privação de contato social, a não ser com a família e os próprios advogados. Este é meu comentário no Estadão Notícias, no ar desde 6 horas de quinta-feira 19 de julho de 2018.

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