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Debate entre Ciro, Carlos e Randolfe mantém baixo calão das relações entre irmãos Gomes de Sobral, Lula e esquerda, agora todos contra Boisonaro após humilhante derrota na eleição, sem direito a segundo turno

José Nêumanne

24 de fevereiro de 2020 | 13h06

Os Ferreira Gomes, senhores feudais de Sobral, serviram ao PT de Lula, quando lhes era conveniente, e agora continuam subordinados ao PT. Foto: Hélvio Romero/Estadão

Era de esperar o debate que ultrapassou o nível da grosseria e da falta de espírito público entre o fracassado pretendente a presidente da República Ciro Gomes e o descontrolado filho de Jair Bolsonaro, que tirou o cearense da disputa em 2018. O vereador no Rio insinuou que o rebento dos Ferreira Gomes do curral de Sobral cheira cocaína e este chamou o presidente da República de chefe de “canalhas, milicianos, peculatários corruptos” e sapecou um sugestivo “libélula deslumbrada” para definir o oponente. Randolfe Rodrigues entrou de gaiato no curral e respondeu à pedrada de Carlos Bolsonaro com uma desculpa amarela de que posou num trator e prometeu dar um pulo em Sobral por solidariedade a grevistas, que não o são, pois são mesmo é amotinados. Que vexame!

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Assuntos para comentário da segunda-feira 24 de fevereiro de 2020

1 – O que, a seu ver, houve de surpreendente no enfrentamento entre o eterno candidato, agora no PDT, à Presidência da República, Ciro Gomes, e o vereador do Rio Carlos Bolsonaro, filho do presidente da República

2 – Você acha que o número de mortes violentas no Ceará desde o incidente de Sobral pode ser considerado como rotineiro, mesmo contrariando a redução estatística registrada no Brasil em 2019

3 – Quais são as possibilidades de se registrarem punições de amotinados da Polícia Militar do Ceará, contrariando a tendência de anistiar policiais que participam desses movimentos ilegais ao longo da História

4 – O que há de revelador e assustador na reportagem do repórter do Estadão Ricardo Brandt, publicada anteontem, a respeito das ligações com o miliciano morto na Bahia Adriano da Nóbrega com políticos, policiais e contraventores do jogo do bicho na periferia do Rio de Janeiro

5 – O que você tem a dizer sobre outra reportagem de impacto, dos repórteres Paula Reverbel e Pedro Venceslau, do Estadão, sobre benefícios criados por portarias para servidores da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo

6 – Você se surpreendeu de alguma forma com a representação da Advocacia Geral da União contra o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba Deltan Dallagnol

7 – É normal e rotineiro, a seu ver, que um oficial de Justiça não consiga localizar alguém procurado para prestar esclarecimentos numa ação, como é o caso do ator da TV Globo Zé de Abreu, processado pelo procurador federal Deltan Dallagnol

8 – O que você gostaria de destacar na recente coluna do colega José Roberto Guzzo na edição dominical do Estadão

 

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