Brasil, depósito de dejetos

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Controladores acionários da Vale nem sequer lamentaram de forma satisfatória a dor nacional com o crime contra a humanidade em Brumadinho, onde enterros coletivos em série fazem chorar qualquer pessoa

José Nêumanne

30 de janeiro de 2019 | 12h36

Maiores controladores da Vale não manifestaram sequer pesar e solidariedade às vítimas do crime cometido pela mineradora em Brumadinho. Foto: Adriano Machado/Reuters

Congresso, de férias, promete tomar providência, já tomada pela Vale, de não usar mais represas de rejeitos minerais que provocam danos ambientais, como em Mariana, e crimes contra humanidade, cometidos em Brumadinho. Nada disso, é claro, nos fará esquecer dos momentos dolorosos da longa agonia das famílias buscando seus entes queridos ou, à medida que seus corpos são encontrados pelos bombeiros em Minas, chorando seus mortos em seguidos enterros coletivos. Os sindicalistas e funcionários do Banco do Brasil, que controlam a Previ, o BNDES, sócio da mineradora australiana, e o Bradesco, que exercem o controle acionário da companhia assassina, se fingem eles mesmos de mortos, sem sequer darem demonstração de fé e piedade cristã no momento doloroso sofrido por toda a Nação. Se gostar deste vídeo, por favor, dê um like, compartilhe-o no Twitter, onde sou acompanhado até o momento desta gravação por 253  mil seguidores, ou no Facebook, inscreva-se neste meu canal, juntando-se aos mais de 163 mil inscritos, e clique no sininho para ser avisado quando publicar os próximos. Se tiver curiosidade em saber mais a meu respeito, acesse meu site Estação Nêumanne, até este momento com 877.282 visitantes e 1.921.230 leituras. E vamos nós. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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