Brasil de respeito
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Brasil de respeito

Em contraste com a lama da República, Boldrin é ícone do melhor que o Brasil produz e tem a mostrar

José Nêumanne

29 de junho de 2017 | 17h19

Capa do livro Rolando Boldrin, Sr. Brasil Reprodução

Conheci Rolando Boldrin quando ele interpretava o vilão de O Direito de Nascer, novela do cubano Félix Caignet, que minha mãe acompanhava pelo rádio e em fascículos que meu pai nos levava das bancas de jornais de São Cristóvão, no Rio, e do Brás, em São Paulo, para o sertão distante da Paraíba. Desde então, ficamos amigos e sua trajetória me levou a nomeá-lo um representante e um ícone do bom Brasil, do país que aprendemos a amar como berço e como pátria. Tive a honra de participar da mesa redonda da Roda Viva, da TV Cultura, que foi ao ar ao vivo, na TV Cultura na segunda-feira 26 de junho de 2017, com mediação do diretor de jornalismo do canal, Willilan Correa, e a participação de grandes nomes da história de nossa TV – Nilton Travesso e Walter Negrão -, do teatro e do cinema – Fúlvio Stefanini – e da canção popular – Mônica Salmaso. Foram duas horas de papo, entretenimento, informação e graça. Não deixe de ver.

Para ver o programa na íntegra, clique aqui

 

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