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Bolsonaro sugere derrubar seu veto

Presidente sugere que Congresso derrube o próprio veto ao perdão bilionário a infrações de igrejas, Crivella trata evidências do QG da propina como banalidade e ambos disputam troféu da cafajestice

José Nêumanne

15 de setembro de 2020 | 21h47

Revelações sobre QG da propina na gestão de Crivella na Prefeitura do Rio o desalojou da sombra de Bolsonaro nas fotos. Foto: Fábio Motta/Estadão

Ápice da cafajestice foi atingido por dois gestores públicos brasileiros. O recordista na modalidade é o presidente da República, Jair Bolsonaro, que no domingo 13 de setembro vetou parcialmente o jaboti de MP no Congresso perdoando liminarmente R$ 1 bilhão em multas da Receita por crimes fiscais a igrejas que se autodenominam “evangélicas”. Fê-lo após ter dito à bancada que representa esses infratores que não podia sancionar a lei para não incorrer em crime de responsabilidade que poderia dar em impeachment. Não é verdade. O outro cafajeste é o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, cujos vexames são exibidos diariamente no noticiário dos meios de comunicação com autorização da desembargadora Rosa Helna Guita, que constatou a existência de muitas provas de ilícitos do candidato à reeleição à Prefeitura do Rio. Direto ao Assunto. Inté. E só a vertdade nos salvará.

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