Bolsonaro fez reforma histórica
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Bolsonaro fez reforma histórica

Mérito pela maior reforma constitucional da História, a da Previdência, não é dos presidentes da Câmara e do Senado, mas de Bolsonaro, Guedes e Marinho, enquanto Congresso desidratou economia prevista em meio trilhão de reais

José Nêumanne

23 de outubro de 2019 | 16h51

Ministro da Economia, Paulo Guedes, teve lugar de honra na festa pela vitória da reforma da Previdência no plenário do Senado, embora não seja senador. Foto: Adriano Machado/Reuters

Quando a reforma da Previdência deu entrada na Câmara, o projeto do governo de Jair Bolsonaro, de autoria do ministro da Economia, Paulo Guedes, e elaborado pelo assessor Rogério Marinho, tinha uma ambição nunca antes experimentada na História: a economia de R$ 1 trilhão e 200 bilhões. Após passar por dois turnos na Câmara e dois no Senado, a economia caiu para R% 800 bilhões, meio trilhão a menos, mais perto dos R$ 600 bilhões apontados como ideais para evitar que o presidente se reelegesse com os pés nas costas, conforme Paulinho da Força, do Centrão. E não falta quem queira atribuir publicamente o êxito  da reforma a Rodrigo Maia, presidente da Câmara, e Davi Alcolumbre, presidente do Senado. É falso. Mil vezes falso. O que o Congresso fez foi desidratar a economia dos gastos públicos em R$ 500 bilhões, como demonstram os frios fatos. Ainda assim, o feito precisa ser comemorado, pois foi uma vitória de todos os brasileiros. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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