Bolsonaro falou bem em Davos

Bolsonaro falou bem em Davos

Em Davos Bolsonaro teve coragem para desarmar velha armadilha politicamente correta de que Brasil é campeão de agressão à natureza em floresta tropical que não existe no resto do mundo

José Nêumanne

23 de janeiro de 2019 | 11h57

Discurso de Bolsonaro em Davos foi curto, assertivo e simples, à altura do que se esperava dele. Foto: Fabrice Coffrini/AFP

O discurso do presidente Jair Bolsonaro no Fórum Econômico Mundial em Davos foi na medida: curto, com a duração preferida pelos participantes do conclave. Chegou a ser histórico ao constatar o fato de que o Brasil é o país que mais preserva a natureza no mundo ao manter uma imensa floresta tropical. Só faltou acrescentar a existência de reservas indígenas enormes, caso da Raposa Terra do Sol. O comentário mais justo por aqui foi o de William Waack em seu canal Painel WW no YouTube, elogiando a simplicidade do texto. A qualidade foi reforçada pela imagem do almoço solitário num restaurante popular num supermercado, que ranhetas usaram como exemplo de sua irrelevância. Hahaha!

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Assuntos para comentário da quarta-feira 23 de janeiro de 2019
1 – A resposta provocativa de Bolsonaro sobre a preservação de nossas florestas e a polêmica em torno do almoço no bandejão do supermercado em Davos

SONORA_BOLSONARO AMBIENTE

2 – O ponto mais perigoso das notas de Flávio Bolsonaro dizem respeito a seu pai, que é invocado sempre como motivo do destaque dado a seu nome nas notícias pelas quais ele é o único responsável – meu artigo É hora de Bolsonaro exercer seu pátrio poder no Estadão

SONORA_MOURÃO 2301

3 – A palhaçada da tentativa do PT de faturar o episódio do filho do Bolsonaro: a convocação de uma CPI no recesso e a confusão de Paulo Pimenta entre o Ministério Público Federal e o Estadual do Rio.

4 – Enquanto a pancadaria na rua de Caracas expõe a ditadura de Maduro, Gleisi compara a “democracia em excesso” da Venezuela e a ditadura aqui

5 – O motorista de Palocci lembra Eriberto França no caso Collor, o caseiro Francenildo que delatou o próprio Palocci e o motorista de Bendine – O homem invisível, de H. G. Wells – delata o profundo preconceito social dos maiorais da esquerda, que se acham melhores do que os pobres

6 – Sérgio Machado conta em depoimento à Polícia Federal que propina da JBS de 40 milhões foi acertada com Dilma na residência oficial de Renan para acertar apoio do MDB à campanha de Dilma

7 – A mesa de 22 mil reais que assessora demitida da Funai comprou e a atual administração de Damares Alves não pôde recusar

 

8 – Quais são as razões para combater a hipótese maligna de Renan Calheiros ocupar presidência do Senado nos primeiros anos do governo Bolsonaro

 

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