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Bolsonaro está certo: não vá à rua

O coronavírus veio ao Brasil da Itália, onde políticos esquerdistas lançaram campanhas do tipo "abrace o chinês" e não é hora de um governo eleito por antiesquerdistas imitá-los relaxando na vigilância

José Nêumanne

15 de março de 2020 | 13h51

 

O presidente tem todo o direito a convocar cidadãos às ruas e estes de se manifestarem a favor ou contra qualquer um, mas a hora agora é de salvar vidas, não disputar votos. Foto: Dida Sampaio/Estadãoi

O coronavírus tornou-se uma tragédia de saúde pública no Brasil por causa de um hábito alimentar chinês sem a mínima higiene, a sopa de morcego e, depois, como resultado do comportamento irresponsável dos esquedistas italianos. O prefeito de Florença liderou uma campanha de solidariedade “abrace um chinês” e espalhou a notícia falsa de que a doença não era contagiosa. E o governador do Lácio, que contraiu o mal, fez outra campanha dizendo que o melhor jeito de combatê-lo era espalhá-lo rapidamente para aumentar a imunidade da população. Quem trouxe esta informação foi um artigo de Leonardo Coutinho na Gazeta do Povo. Resulta, pois, de uma ditadura e de sandices do populismo de esquerda. Pois é. Agora o melhor a fazer é ficar em casa para evitar a rapidez da propagação reduzindo ao máximo possível quaisquer contatos sociais. Porhttps://youtu.be/QV350jJcTrE isso, Bolsonaro tem dito que as manifestações devem ser adiadas. Pois já não se trata mais de uma atitude política democrática, mas de um risco à saúde de toda a população. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará

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