Bolsonaro e Lira repetem o fascismo

O presidente da Câmara, Arthur Lira, reduziu o espaço de reação da oposição na Câmara, repetindo efeito desejado pela Lei Acerbo, usada na Itália para preparar ascensão de Mussolini ao poder absoluto

José Nêumanne

14 de maio de 2021 | 21h06

Mussolini, autor das frases “a liberdade vale mais que a morte” e “É melhor um dia como leão do que 100 como ovelha”, apropriadas por Bolsonaro em post, inspirou tomada do poder na Câmarfa por Arthur Lira, capacho do governo.

1 – Manobra executada por #arthurlira na #presidencia da #camaradosdeputados retirou quaisquer prerrogativas das minorias da oposição no #regimento, numa repetição fatídica da #leiacerbo, que permitiu ao #partidonacionalfascista, liderado por #benitomussolini, assumir o #poderabsoluto na #italia em #1924, mas não é garantia bastante para impedir que venha a ser usada por #lula, se confirmar a vitória prevista pelo #datafolha. 2 – #flaviobolsonaro invadiu a sessão da #cpidacovid, a que não pertence, para chamar o #relator, #renancalheiros, por ter proposto a prisão de #fabiowajngarten, #exsecretariodecomunicacao da #presidenciadarepublica. 3 – #expresidente da #pfizer, #carlosmurilo, confirmou a presença de #carlosbolsonaro na negociação da compra de #vacinas, confirmando informação de #luizhenriquemandetta em depoimento. #joseneumannepinto. #diretoaoassunto. Inté. E só a verdade salvará as nossas vidas.

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