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Bolsonaro e a lilberdade de expressão

Presidente apoia asseclas que vão às ruas contra a democracia e ao defendê-los confunde seus crimes contra a Lei de Segurança Nacional apelando para direito à liberdade de expressão que nada tem a ver

José Nêumanne

31 de maio de 2020 | 20h51

Ao lado do ministro da Defesa, general (da ativa) Fernando Azevedo e Silva, Jair Bolsonaro sobrevoou manifstação antidemocráti8ca em Brasília, desprezando Estado de Direito. Foto: Dida Sampaio/Estadão

O presidente Jair Bolsonaro, seus filhos Eduardo e Carlos, seus blogueiros financiados e seus empresários financiadores defendem suas mentiras “sobre” (como dizem, apesar de o correto ser o contrário, sob) o pretexto de exercerem liberdade de expressão. É a pior das mentiras. O que eles querem mesmo é o monopólio de expressão, com a agravante de qualquer um que o elogie ser submetido a insultos do pior calão só por terem elogiado (na certa por engano, como aconteceu comigo) uma vez na vida. O chefe do Poder Executivo cometeu estelionato eleitoral ao prometer em campanha combater o PT e a corrupção e adotar práticas de uma nova política. Mas está sendo fiel a seu passado de 30 anos de parlamentar, em que prestou homenagens a milicianos que empregava nos gabinetes da família, disse que gostaria de ver no Brasil um governo similar ao de Chávez na Venezuela (e está tentando) e Genoíno e Aldo Rebelo, guerrilheiros comunistas no Araguaia. no governo do “companheiro” Lula, em quem confessou ter votado no segundo turno. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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