Bolsonaro diz asneiras para esconder filho

Acusar de "frescura" e "mimimi" o combate à doença que matou 1.840 brasileiros em 24 horas foi o jeito estúpido que presidente usou para tentar abafar o escândalo da mansão de 6 milhões do filho Flávio

José Nêumanne

05 de março de 2021 | 20h42

Os disparates de Bolsonaro atribuindo frescura e mnimi aos mortos por covid foram feitas no dia em que o Brasil registrou 1.840 mortes em 24 horas por covid-19 Foto: DIDA SAMPAIO/ESTADAO

1 – No dia em que a covid matou 1.840 brasileiros, recorde absoluto na pandemia, o presidente mandou as vítimas pararem de “frescura”, usando o estratagema de dizer barbaridades para desviar a atenção da compra de mansão de R$ 6 milhões por seu primogênito. 2 – Luciano Mattos, procurador-geral de Justiça do Rio, desmontou o Gaecco, que investigou o mesmo Flávio, 3 – O ex-presidente da França Sarkozy foi condenado e preso por haver tentado obter informações do juiz que o julgava em troca de uma promoção, bem diferente do que acontece aqui no Brasil. 4 – O MEC avisou em ofício que manifestações políticas nas universidades federais serão punidas, mordaça vil. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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