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Bolsonaro “dilmou”, diz o mercado

Ao anunciar demissão do presidente da Petrobrás, amigo de Paulo Guedes, Bolsonaro mostra que está disposto a apostar até o fim no populismo sem dar a mínima para seus "liberais"

José Nêumanne

20 de fevereiro de 2021 | 22h16

No sertão de Pernambuco, em compromisso populista na transposição do Rio São Francisco, obra mal ajambrada de seu aliado secreto Lula, Bolsonaro demitiu presidente da Petrobrás em concessão populista. FGoto: Alan Santos/PR

1 – A elite empresarial paulistana, que ainda não utilizou a própria força para pressionar o chefe do governo a mudar a política negacionista no combate à pandemia, agora diz que ele segue o caminho da ex-presidente petista, por estar interferindo na política de preços da Petrobrás. 2 – O PGR quinta coluna pediu a abertura de inquérito sobre crimes de desacato e infração de medida sanitária pelo deputado federal Daniel O Quê na carceragem da PF no Rio. Mais um sinal de indiferença do chefão da patota golpista. 3. O chefe do Executivo jura que a mãe tomou vacina da AstraZeneca, rejeitada na Europa, e não da Coronavac do Butantan, de que o Ministério da Saúde encomendou mais 30 milhões de doses. Direto ao assunto. Inté. E só a verdade nos salvará.

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